Serra da Moeda - MG

O Blog

O objetivo do Blog é simplesmente escrever, não estou almejando ser lida, nem seguida, nem acessada várias vezes. Simplesmente quero escrever. E que todos que passarem por aqui levem sempre uma "coisinha" boa, uma idéia, uma dica, uma frase, uma imagem, ou uma palavra apenas...

Gostaria de lembrar que um blog é uma opinião pessoal, um ponto de vista. Sei que nem sempre agradarei a todos, mas com certeza, a intenção sempre será a melhor possível!

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

O feminismo que matou o feminino


Ei pessoal!

Já ouviram a expressão: inveja branca? Usamos essa expressão quando queremos mostrar para alguém que estamos com inveja dela, mas que não a desejamos nenhum mal, ao contrário. É uma espécie de elogio.

Pois é, é assim que me sinto em relação ao texto abaixo, uma inveja branca da Elise. O motivo? Eu queria ter escrito o texto baixo, mudando pouquíssimas coisas, devido à nossa experiência de vida que é diferente. Até a reclamação que ela faz da vida, eu já a fiz inúmeras vezes...

Enfim, como não fui eu a redigí-lo, faço questão de colocá-lo aqui no blog. O original se encontra no blog da Elise, o link está logo abaixo do texto.

O FEMINISMO QUE MATOU O FEMININO


Eu reclamava da vida, Coisa normal de dias de trabalho puxado. E fiz uma piada criticando o feminismo, algo do tipo “malditas feministas que queimaram o sutiã e agora eu tenho que trabalhar dobrado”, ou coisa assim.

O curioso foi a enxurrada de comentários femininos concordando que se seguiu.

Claro que eu estava brincando – não sou contra o feminismo (qual mulher é?), e reconheço sua importância histórica – ei, eu também gosto de ter direitos, poder votar e não ser uma cidadã de segunda classe!
E sou pró-escolha, inclusive, totalmente favorável à escolha ou não individual do aborto. Em momento algum me sinto apta a discursar sobre o feminismo (deixo pra quem leu e entende mais do que eu).
Mas sobre o feminino posso falar. E como ele vem sendo massacrado pelo feminismo ao longo dos anos. Porque o feminismo, como classe, ganhou muitas lutas para as mulheres – mas tem lá seus efeitos colaterais.
Nós conseguimos o direito de ganhar o mesmo, de estar em todas as profissões que só eram exercidas por homens, de sermos iguais.

A bosta é que nós NÃO SOMOS iguais.

Sociologicamente, não. Fisicamente, não. E não há nada de errado nisso. As tribos antigas (de qualquer parte do mundo) dividiam a coisa assim – homens caçavam, produziam, lutavam, protegiam. Mulheres cuidavam da casa, da família, da comida, da aldeia. Você vai tentar me convencer que TODAS as sociedades antigas eram machistas?!

Acho que era assim por questões lógicas – homens são mais fortes; mulheres têm bebês! E isso muda alguma coisa? Uai, se muda! Os benditos bebês humanos não são como os filhotes dos restos dos animais – eles são indefesos. Muito. E dependentes. E assim continuam por anos e anos.

Sim, nós ganhamos o direito de ir trabalhar de igual pra igual – mas quem queremos enganar com essa história de igual? Quantas amigas você tem que choraram copiosamente nos primeiros meses depois da licença-maternidade, porque tinham que deixar seus bebês e voltar a trabalhar? Porque era o que a sociedade ESPERAVA DELAS? Que fossem fortes, independentes, resolutas, iguais aos homens, e profissionais?
Nós não ganhamos o direito de sermos iguais – ganhamos o direito de acumular tarefas. AINDA temos bebês: AINDA cuidamos da casa (mesmo que seja indo ao mercado, preparando o cardápio da semana, administrando a empregada); AINDA somos nós que lidamos com professoras, conselhos de classe, deveres de casa... AINDA fazemos tudo isso. E AINDA temos, além disso, que trabalhar tanto quanto o companheiro. E normalmente ganhar menos – claro, quem poderia fazer isso tudo e ainda conseguir ser tão bem sucedida numa profissão?

Os homens mudaram? Mudaram. A maioria ajuda, e muito. Mas entenda, AJUDAR não é a mesma coisa que DIVIDIR. Quando o bebê chora de madrugada, o marido mais solícito do mundo não vai poder amamentar ele. Isso é da natureza. Por que negar que somos diferentes, afinal?

Quantas hoje em dia se envergonham? Da própria feminilidade, digo. De quererem ser mais caseiras, de se dedicarem mais ao lar, à costura, à cozinhar... (mas isso virou proibido e vergonhoso!) Quantas adorariam tirar uns anos pra criar os filhos, cuidar da casa, do bem-estar da família... Mas isso virou tabu. É coisa de “mulherzinha”, de fraca, de acomodada, não-independente, sanguessuga de marido. Coisa de fracassada. É quase inadmissível a mulher que assume gostar desse lado feminino. Quando todos olham torto numa festa, ao ela admitir que no momento está como “dona-de-casa”, ela emenda rápido explicando que já vai voltar ao trabalho é temporário. Porque é embaraçoso. É “menor”.

Ora, se o feminismo conquistou nossa liberdade, por que não podemos ter a liberdade então de escolher esse papel, se quisermos? Sem sermos julgadas, diminuídas, pouco reconhecidas? Somos julgadas por maridos, companheiros, outros homens e pior - as outras mulheres! Que menosprezam solenemente as que se inclinam mais pro doméstico!

Malditas donas de casa estereotipadas e submissas dos anos 50, com seus martínis e vida fútil, que estragaram tudo para o resto de nós!

Eu acho uma troca mais do que justa: ele ganha dinheiro, você cuida dele, da casa de vocês e de seus filhos. Da comida, das roupas e do resto (pelo menos por uns tempos). Acho que deveria inclusive ter salário para esse tipo de coisa. Pena que isso seja fora de cogitação – mulheres que se colocam nessa posição acaba, diminuídas e subestimadas, essa é a verdade.

Não que eu seja contra o trabalho, veja bem. Inclusive tenho algumas amigas que odeiam a vida doméstica e se matariam em 3 dias se tivessem que assumir esse papel. Eu mesma comecei a trabalhar e dirigir muito cedo, antes dos 18. Eu era independente (e sou), o que era o esperado da minha geração. Mas sei de alguma que gostariam de poder trabalhar menos, pelo menos por alguns períodos (como o da maternidade, saca?)

O discurso das mães era (e ainda é) alarmista: vá para a faculdade, construa uma carreira, não se preocupe com casamento e tenha filhos depois dos 30! E não é que eu ache isso errado. Mas por que mulheres independentes, que tiveram sua carreira, não podem escolher abrir mão dela? Em prol de ficar em casa com os filhos? Por quê?

Acontece o que acontece na minha geração agora – monte de mulheres de 30 bem sucedidas, que não sabem onde se encaixam. Seus relógios biológicos gritam, e elas não sabem por onde começar. Não aprenderam a ser mães e/ou esposas (argh, odeio essa palavra, mas era pra você entender melhor do que “mulher”).  E elas ficam perdidas porque tem a OBRIGAÇÃO de ser TUDO. São massacradas como aquelas outras pobres que nem podem escolher não querer ter filhos, porque também são crucificadas socialmente. Porque é errado” não querer filhos, ou não casar, Bobagem.

Eu acho que isso não é certo. Nada disso.

Liberdade verdadeira, feminismo verdadeiro deveria ser isso: abraçar sua feminilidade onde quer que ela esteja.

Se você se sente bem sendo mulherzinha, servindo jantar, ótimo. Se fica feliz sendo o atrão, que bom também! Se encontrou um meio termo, melhor ainda! Se quer dedicar suas horas vagas num stand de tiro ou tricotando, não importa. Inclusive, por que não ter o direito de fazer ambos? Nós não somos homens. No afã de nos provar como seres iguais, perdemos algo da nossa delicadeza, da noss sutileza. Nós não precisamos ser duras e frias e guerreiras o tempo topo. Nós não deveríamos ter vergonha de pedir ajuda, de pedir colo, de fazer fofices ou feminices. Ser mais frágil não é ser inferior. Não é demérito ser atenciosa, delicada, cuidar da sua família, fazer um agrado puramente feminino.

Talvez aquelas que dizem “eu queria poder estar tricotando no portão enquanto o bolo assa no forno” (brincadeira de uma amiga minha) não estivessem brincando tanto assim. E gostariam de não ser tão cobradas e poderem viver esse seu lado em paz.

Gostariam de ter a tal liberdade de escolher.

http://elise-saladamista.com.br/2012/02/27/o-feminismo-que-matou-o-feminino/#comments

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Amar dói?

Hoje, acordei com um poema de Oscar Wilde na cabeça e depois lembrei-me de um do Vinícius de Moraes, foi quando percebi que, na verdade não acordei com os poemas na cabeça, e sim com um tema, o amor.


A gente sempre destrói aquilo que mais ama.
Em campo aberto ou em uma emboscada.
Alguns com a leveza do carinho, outros com a dureza da palavra.
Os covardes destroem com um beijo, os valentes com uma espada.
                                                Oscar Wilde

Serenata do Adeus

Ai, a lua que no céu surgiu
Não é a mesma que te viu
Nascer dos braços meus...
Cai a noite sobre o nosso amor
e agora só restou do amor,
uma palavra: adeus...
.............
Ah, vontade de ficar
mas tendo de ir embora...
Ai, que amar é se ir morrendo
pela vida afora.
É refletir na lágrima
o momento breve
de uma estrela pura
cuja luz morreu,
numa noite escura
triste como eu.
                  Vinícius de Moraes

Aliás, como vocês puderam ler acima, dois temas, o amor e o sofrimento. Por que eles precisam andar tão juntos? Será que não há amor sem sofrimento?

Ah! Lembrei-me de outro poema, também do Vinícius (poxa, deve ter sofrido muito, esse Vinícius).

Eu não existo sem você

Eu sei e você sabe, já que a vida quis assim
que nada nesse mundo levará você de mim.
Eu sei e você sabe que a distância não existe
Que todo grande amor só é bem grande se for triste.
Por isso, meu amor, não tenha medo de sofrer,
que todos os caminhos me encaminham pra você.

Assim como o oceano só é belo com luar.
Assim como a canção só tem razão se se cantar.
Assim como uma nuvem só acontece se chover.
Assim como o poeta só é grande se sofrer.
Assim como viver sem ter amor não é viver.
Não há você sem mim, eu não existo sem você.
Vinícius de Moraes

Se tomarmos as palavras de Vinicius de Moraes como verdadeiras, poderemos afirmar: não há amor sem sofrimento. E não é verdade?

Quem nunca sofreu por amor? Seja aquele primeiro amor puro da infância, que você foi obrigado a deixar para trás porque seus pais se mudaram. O amor platônico da adolescência, que a vergonha, a timidez, a covardia e o medo nunca te deixaram vivê-lo. O amor enlouquecido da juventude, aquele que achamos que é para sempre, e quando ele acaba, fazemos um drama enorme, jurando que nunca mais seremos felizes, e mal sabemos que um novo amor nos espera ali na esquina... O amor maduro da fase adulta, quando se aprende a lidar com a individualidade da pessoa (que é diferente de individualismo), e assim, percebemos que embora UM casal, são DUAS pessoas. Cada qual com desejos e vontades, às vezes parecidos, às vezes nem tanto.

Ah, o amor!!!

A força motriz dos poetas, o amor impossível, o possível, o que vive aos trancos e barrancos, o amor dos amantes, dos amados, amor de mãe, de pai, de filho, de irmãos, de amigos...

Ah, o amor!!!

Por que muitas vezes tem que vir com sofrimento? A resposta é simples: Porque amar dói, mas não amar, dói muito mais.

Bjim!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Campos do Jordão – Parte 3

Restaurantes e Comidinhas
Campos do Jordão tem muita opção de restaurantes e é difícil escolher. Depende do gosto da pessoa, se os turistas almoçam e jantam, eles conseguem conhecer mais restaurantes (não é o nosso caso). Vou citar abaixo apenas os restaurantes que fomos.
Cervejaria Baden Baden
Na parte 1 já falei da cervejaria. Não deixem de ir e comprar algumas garrafas para presentes. Principalmente de tiver amigos beberrões.
Restaurante Gato Gordo e Beto Perroy
O Gato Gordo e o Beto Perroy ficam um do lado do outro. Para economizarmos tempo, já que queríamos ir aos dois, bebemos e comemos uns tira-gostos no Gato Gordo e jantamos no Beto Perroy. Eles ficam um pouco afastados do centro da Vila Capivari, precisa ir de carro.

Deixamos para jantar no Beto Perroy porque eles têm um churrasco no fogo de chão que é uma delícia e o esquema de rodízio.


Restaurante Krokodillo
Como não poderia faltar em cidade fria, claro que reservamos uma noite para um rodízio de Fondue, que foi no Krokodillo. Ele não foi nossa primeira opção, mas como não tínhamos reserva em nenhum outro, ele estava com a fila de espera menor. Mas a Fondue estava ótima.

Country House
Mais conhecido como Costela no Bafo. Nem preciso dizer qual o carro chefe do restaurante, né?

Baronesa Von Leithner
É um landscape, café, empório vintage e bistrô. Um lugar para tomar um café da manhã daqueles e esquecer um pouco da vida. As frutas, hortaliças e geleias são produzidas aqui mesmo.

Se não der para vir de manhã, venham tomar um café da tarde.

Daqui dá para avistarmos as Pedras do Baú e do Bauzinho. Agora sim, entendi os nomes das pedras, de longe elas parecem baús. Vou recortar uma foto para que vocês vejam.

Os proprietários pretendem colocar hospedagem na fazenda no futuro. O que será ótimo, pois o lugar é muito agradável.
Lembrem-se: Façam reservas, principalmente para os jantares.
No mais, vou ficando por aqui. Espero que as dicas dêem para ajudar um pouquinho.
Bjim!

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Campos do Jordão – Parte 2

Na primeira parte falei dos lugares que fomos, com exceção dos restaurantes e comidinhas que será na terceira parte.
Agora vou falar dos lugares que não fomos. O lado bom é que quando voltarmos, teremos coisas novas pra fazer. Como não fomos a esses lugares não terei muita coisa a dizer, apenas algumas informações de panfletos que pegamos em Campos do Jordão e de informações pesquisadas.
Borboletário
Como o próprio nome já diz, é um Borboletário. Um espaço dedicado a 35 espécies de borboletas. Fica próximo ao Horto Florestal. A entrada é cobrada.
Palácio da Boa Vista
Nós fomos ao Palácio Boa Vista, mas ele estava fechado. Fica próximo ao Museu Felícia Leirner.  O Palácio é a residência oficial de inverno do governador de São Paulo. No museu do palácio é possível admirar obras de Portinari, Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral, Camargo Freire e muitos outros. Como o tempo estava curto, não deu pra voltarmos ao palácio.

Bondinho e Maria Fumaça
Gostaria muito de ter ido, mas não tivemos tempo. Primeiramente, você faz o trajeto Emílio Ribas – São Cristovão, de bondinho, mais ou menos 8 Km. Depois você pega a Maria Fumaça e vai até Santo Antônio. Você desce a serra e vai admirando as vilas que vão aparecendo pelo caminho e a bela natureza, mais ou menos 20 Km.
Para marcar os passeios, o visitante deverá reservar com antecedência.
Telefone para reservas e informações: (12) 3663-1531

Horto Florestal
São 8300 hectares para você admirar a fauna e a flora da Serra da Mantiqueira. Há estacionamento, playground, restaurante, área de pic-nic, trilhas e até um trenzinho.
A entrada custava R$ 3,00 (por pessoa) e R$ 4,00 (pelo veículo) R$ 5,00 (pelo ônibus).
Telefone: (12) 3663-3762
Centro de Lazer Tarundu
É um parque com muro de escalada, arborismo, tirolesa e muitas outras atividades. As atividades têm preços variados.
Telefone: (12) 3662-2590

Fazenda Lenz
Outro mirante de Campos do Jordão, tem uma cachoeira, passeio de Sky Bike e passeio de bondinho.

Imagem retirada do site
http://www.lenz.com.br/

Amantikir Garden
Jardins que falam, são 17 jardins, entre eles, um rosedal, um jardim árido, um jardim inglês, um francês, um jardim de Salzburg, um labirinto clássico e um labirinto de grama. Entrada cobrada. Descontos para estudantes, idosos e famílias (4 pessoas).
Telefone: (12) 3664-2757

Foto retirada da Internet

Parque Floresta Encantada
Essa atração é para os pequenos, no parque há diversas casinhas que remetem aos contos infantis. A entrada é cobrada, mas menores de 3 anos não pagam.
Fábrica de Chocolate – Chocolate Araucária
E como não poderia faltar, pois ele traz todo charme dos lugares frios, o chocolate. A Fábrica de Chocolate Araucária tem visita guiada, você pode ver como ocorre a fabricação do chocolate jordanense.
Em caso de grupo, agendar com antecedência.
Telefone: (12) 3668-9581
Mosteiro São João – Mosteiro das Irmãs Beneditinas
O mosteiro possui uma área verde muito procurada por fotógrafos. As irmãs comercializam os artesanatos produzidos por elas e às 17h e 45m, elas entoam cantos gregorianos.
Telefone: (12) 3662-4277

Foto retirada do site

Foto retirada do site


Campos do Jordão – Parte 1

Oie, há quanto tempo não passo por aqui!!!
Um pouco de correria, outro de preguiça, mas enfim, estou de volta.
Vou falar sobre a viagem que fizemos a Campos do Jordão, pois tenho um casal de amigos querendo ir pra lá e prometi que subiria os posts.
Para quem está próximo, o principal ponto positivo é poder ir de carro e não ficar refém de horários de vôos, nem de aeroportos. Claro que há o lado negativo também, a estrada nem sempre está como você gostaria, mas ainda é uma viagem gostosa de se fazer... Resumindo, fomos de carro.
Era feriado de Corpus Christi, ficamos 4 dias lá e apesar de não conseguirmos fazer tudo que queríamos, eles foram suficientes para passearmos e aproveitarmos bem a cidade. Como já estava friozinho, a viagem foi beeeem romântica, jantares, vinhos, lareiras... E também um pouco mais cara, mas como ainda não era julho, pagamos um preço quase justo. Em julho, a cidade fica lotada e os preços nas alturas!
Como disse antes, a viagem foi tranqüila, dormíamos sempre até um pouco mais tarde, tomávamos café da manhã quase na hora do almoço (claro que não almoçávamos) e jantávamos sempre em algum lugar legal. Dica: Façam reserva para os jantares!
Lugares para conhecer!!!
Vou listar primeiramente os lugares em que fomos e depois os que, infelizmente, ficaram para a nossa próxima viagem e por último, os restaurantes que conhecemos.
Pórtico
Se quiserem que o álbum de fotos fique na ordem correta, depois que chegarem ao hotel e largarem as malas, voltem ao Pórtico e batam fotos da entrada da cidade. Caso cheguem a noite, como foi o nosso caso, façam isso no dia seguinte.

Cervejaria Baden Baden
Pode parecer que comecei pelo fim, mas a cervejaria é um ponto turístico, por mais que você não beba, precisa conhecer. A cervejaria abre as portas para quem conhecer a fabricação da cerveja artesanal e ainda receber dicas de harmonização e degustação de chopes. As visitas precisam ser agendadas e são cobradas. A noite ela virá point, e difícil conseguir mesa.


Ducha de Prata
Pelo nome, imaginei um lugar lindo, mas levando em consideração o que encontrei, a decepção foi grande. Mas com jeitinho, você consegue achar um lugar para bater uma foto e parecer que, realmente, você estava em uma ducha de prata (ao invés de um lugar com um monte de cano escorrendo água). Dizem que antigamente as pessoas se banhavam nessas águas, mas hoje, acho que são bastantes poluídas.


Pico do Itapeva
O pico na verdade pertence à cidade de Pindamonhangaba, mas dá pra chegar nele bem rapidinho, o acesso é todo asfaltado e com belas vistas. No caminho há um lago bem bonito (paramos nele um pouco para aproveitar a calmaria e a brisa). O pico, ao contrário é uma “muvuca”, bem estilo centro de cidade, um monte de barraquinhas vendendo comidas, roupas de frio, lembrancinhas... Mas a vista vale a subida até lá. Dizem que em dias claros você consegue avistar sete cidades do Vale do Paraíba, não me lembro quantas vi e nem quais eram, mas realmente você avista longe. Ah, uma das cidades é Aparecida do Norte.



Na volta para a cidade aproveitamos para apreciarmos os belos e grandes hotéis da cidade e comermos uns pinhões, que são vendidos na beira da estrada.


Pedra do Baú
Foi o passeio que mais gostei, foi bem off-road, pois grande parte do caminho é de terra e tinha chovido bastante na noite anterior. A estrada é bem bonitinha e alguns bares/lanchonetes do caminho são um charme. Claro que aproveitando o frio, paramos e tomamos um chocolate quente.


Nesse dia, devido a chuva, só carros com tração nas quatro rodas estavam chegando ao alto do morro, mas um trator puxava quem quisesse ir (por módicos 10 reais). Depois de chegar ao alto do morro, você estaciona o carro e segue a pé por uma trilha de Mata Atlântica.


O lugar é lindo, as fotos ficaram maravilhosas, a Pedra do Baú parecia mais um dedo, não entendi muito bem o nome dado. Ao lado tem uma pedra menor chamada Baúzinho, vocês podem se aventurar pela cadeia rochosa, mas é preciso acompanhamento de guias especializados.
Altus: (12) 3663-4122 e Corpo de Guias: (12) 8133-7666


Pico do Imbiri
Saindo da Pedra do Baú fomos para o Pico do Imbirí, que é um dos muitos mirantes de Campos do Jordão. De lá avistamos a cidade, a Serra da Mantiqueira e a Pedra do Baú. Ele está a quase 2000 metros de altitude.


Museu Felícia Leirner e Auditório Cláudio Santoro
O museu é ao ar livre e foi criado em 1979. A exposição é permanente e a artista plástica alcançou reconhecimento internacional, suas peças são de cimento ou cobre e expressam sua paixão pelas formas. Dentro do museu se encontra o Auditório Cláudio Santoro, onde são realizadas as apresentações do Festival de Inverno de Campos do Jordão.




Morro do Elefante
O Morro do Elefante fica no centro de Campos do Jordão. Você pode chegar até lá de carro ou de teleférico. Do alto dos seus 1800 metros tem-se uma vista linda da Vila Capivari e de outras partes da cidade. Há um Jardim suspenso do alto do morro e é o mirante mais visitado da cidade.


Teleférico